Morrer pela manhã

Cabelos em nós e, da beira da cama, eu salto. Queda livre. E morro. De pijama. E salto. E morro. E salto. E morro. E salto. E morro. E salto. Mas que feio não aprende com os hematomas. E morro. Flutuo e despenco. Que eu quebre todos meus ossos em um abraço. Que eu morra mais uma vez neste abismo (quemorrermanha, só hoje, eu chamei de você)