Sorveteria

Eu levei os meus monstros para passear Fomos tomar sorvete Provamos todos os sabores e ainda repetimos Sentamos no banco da praça Nos divertimos vendo as crianças, os velhos e os namorados Foi uma tarde boa E de noite eles: BÚ!

A arte inútil de espantar fantasmas

Fantasmas são assim: chegam sempre sem avisar. Jamais tocam a campainha – simplesmente porque nunca devolveram as chaves. (E você pediu?) Tem em comum a irritante falta de cerimônia: botam o pé no sofá até mesmo de sapatos. Sempre vem cheios de saudades. Perguntam pela cerveja gelada e pedem para ver aquela velha caixa deContinuar lendo “A arte inútil de espantar fantasmas”